Túlio busca 1001.º a caminho dos 50

Avenida Brasil 20-10-2018 08:18
Por João Almeida Moreira

Túlio Maravilha, um dos mais folclóricos jogadores do futebol brasileiro, ainda joga, no 36.º clube da sua carreira, o Atlético Carioca, onde persegue o 1001.º da carreira, de acordo com a  sua contabilidade muito própria. O ponta de lança, ídolo do Botafogo nos anos 90, não se importa de estar na quarta divisão estadual, assim como Marcelinho Paraíba, de 43, está feliz da vida no Perilima, da segundona da Paraíba. Eles são dois dos seis atletas federados acima dos 40. Outros dois estão na Série A mas são ambos goleiros: Prass, no Palmeiras, com 40, e Magrão, no Sport, com 41.

Do maquinista à sola de sapato

Leões, águias, dragões - esqueça tudo. No Brasil, uma imensa selva de clubes, tem de se ser mais criativo para conseguir uma mascote única. É isso que tentam dois emblemas importantes, o Náutico, cujo símbolo é o timbu, um animal também chamado de gambá-de-orelha-branca, e o São Caetano, representado pelo azulão, pássaro que só existe no Brasil e em alguns países limítrofes. Mas há ainda a Desportiva Ferroviária, do Espírito Santo, cuja mascote é um maquinista, e o Novo Hamburgo, do Rio Grande do Sul, simbolizado por uma sola de sapato, por ter sido fundado em 2011 por funcionários de uma fábrica de calçados.        

Messi é Rocky, CR7 é Drago

A comparação é de Vampeta, o antigo internacional brasileiro célebre por, bêbedo, ter dado uma cambalhota rampa abaixo do Palácio do Planalto ao receber a medalha do Mundial-2002 do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Para ele, Lionel Messi é o americano Rocky Balboa, com mais dom natural para a luta, mais agilidade, mais habilidade; e Cristiano Ronaldo um fenómeno, como o soviético Ivan Drago, que parece produzido pela ciência, treinado por máquinas e feito para matar, leia-se, fazer golos e mais golos. Uma analogia com o Rocky IV que vale o que vale.  

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