Dérbi paulista nunca acaba, 1

Avenida Brasil 15-12-2018 09:18
Por João Almeida Moreira

O Brasileirão pode ter acabado, mas a rivalidade entre o atual campeão, o Palmeiras, e o seu antecessor, o Corinthians, continua. Ao ponto de Emerson Sheik, avançado corintiano que se retirou este mês, aos 40 anos, e Maurício Galliote, presidente do Palmeiras, ainda se defrontarem em tribunal. O segundo processou o primeiro por injúrias. Após a final do Paulistão, no longínquo mês de Abril, Sheik chamou Galliote de «doente mental» por ter diminuído a importância da competição ganha pelos alvinegros aos alviverdes. Os tribunais ilibaram o jogador - «expressou opinião» - mas a guerra deve continuar. 

Dérbi paulista nunca acaba, 2

Entretanto, o vice-presidente corintiano Luiz Rosenberg foi questionado sobre a tranquilidade financeira do rival em contraponto com as dificuldades do seu clube, ainda a pagar a conta do estádio que inaugurou o Mundial-2014. Disse Rosenberg que a fiel - a torcida do Timão - está feliz por ter a arena mais bonita da América e os palmeirenses satisfeitos por jogaram num estádio que parece «um pneu deitado». Sobre a questão financeira disse que a fiel jamais aceitaria ser controlada por uma imperadora que se tornou dona do clube - numa alusão a Leila Pereira, que controla a Crefisa, patrocinadora milionária do campeão brasileiro.

Por falar em patrocínios

Por falar em patrocínios, no Brasil real há muito além da Crefisa, empresa de crédito que vai ajudando o Verdão a ganhar títulos. O portal Terra listou algumas publicidades inusitadas. Como a Arapirina, que anunciou a banda de forró Moleca Sem Vergonha na camisa, ou o Coritiba que usou o equipamento para promover concertos de Claudia Leitte e Skank. O Juventude publicitou Viagem Maldita, um filme de terror. O Paraná anunciou o cemitério Parque das Araucárias. Mas pior ainda foi o Duque de Caxias que usou o espaço nobre da camisa para escrever «anuncie aqui».      
 

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