Mozer e a calva de Romário

Avenida Brasil 13-04-2019 11:30
Por Redação

Ainda jovem, Carlos Mozer tinha como missão nos Fla-Vasco marcar Roberto Dinamite. «Você vai ver o que vai acontecer hoje...», disse-lhe Dinamite, a páginas tantas. «Você acha que me dribla? Tá louco», riu Mozer. O tempo passou. «É agora!», alertou o vascaíno. Mozer viu, então, um adolescente pronto para entrar. Chamava-se Romário. «O Dinamite estava certo, o que era aquilo», admitiu à ESPN Brasil. Daí para a frente ficou sob sua supervisão: «Dei muito cascudo nele. Sabe aquele carequinha que tem no cimo da cabeça? Foi de tanto cascudo que dei nele!»

E Souness nunca se esqueceu dele...

Contou Mozer na mesma conversa, durante o programa Resenha, em que antigos jogadores lembram histórias do passado, que ao assistir a um treino do Benfica foi apresentado por Shéu a Graeme Souness. «Mister Souness, este é o Mozer, daquele Flamengo de 1981 que ganhou 3-0 ao seu Liverpool na Taça Intercontinental», disse Shéu. «Não me lembro...», respondeu o escocês. «Shéu, diz a ele que a gente voou por cima deles, por isso ele nem me viu», pediu Mozer. Quando voltou à Luz para assistir a novo treino, conta o antigo central que Souness, lá do fundo, fez questão de gritar: «Hello Mozer!» 

Boicote e greve 


Um clube gigante e uma empresa multinacional desentenderam-se. Porquê? Por alguma decisão macroeconómica relevante? Por causa de um contrato de milhões? Não, nada disso: porque uma conselheira do clube em causa, o Corinthians, se revoltou por não poder beber no estádio a cerveja de sua preferência, a brasileira Skol, preterida para a espanhola Estrella Galicia, a tal multinacional que patrocina os alvinegros. «É uma vergonha uma nobre conselheira ter de beber esta porcaria, vou trazer cerveja de casa e vamos todos fazer greve», disse Ana Baiana num áudio que circulou pela internet. O Timão não se manifestou, a Estrella disse que, por contrato, tem exclusividade na Arena do clube.
 

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