Desvio levou Romário à política, diz Branco

Avenida Brasil 20-07-2019 11:15
Por João Almeida Moreira

Calma, Branco não está a acusar Romário, hoje senador, de ter desviado dinheiro público, como tantos políticos atingidos pela Operação Lava-Jato. O lateral-esquerdo ex-FC Porto está a falar de futebol. Na comemoração dos 25 anos do tetra - a conquista do Mundial-1994 pelos canarinhos - Branco lembrou-se do seu golaço de livre que decidiu o jogo com a Holanda dos quartos de final. Nas imagens vê-se bem que se o baixinho não se tivesse encolhido - o tal desvio - a bola bateria nele e não chegaria à baliza de Ed de Goey. «Logo, se ele não se tivesse desviado não chegaria a senador», afirmou. 

Urso ‘macaco’ e panteras negras

Não se deixe enganar pelo tom zoológico do título: o tema é sério. Junior Urso, jogador do Corinthians assim chamado desde a infância, atuou no Guangzhou, da China. Apesar de muito bem tratado no país asiático, um dia ouviu de um rival a ofensa que todos os jogadores afrodescendentes temem: «Macaco!» Sem saber como reagir - «queria ser como Daniel Alves que um dia comeu uma banana vinda da bancada» - decidiu-se por uma tatuagem. Hoje tem o punho erguido dos Panteras Negras, o partido que liderou o movimento negro nos EUA, marcado nas costas.

Seleção afinal era o galo sorocabano


Ainda é considerado um dos jogos particulares mais absurdos de sempre: o Coreia do Norte-Atlético Sorocaba, em Pyongyang, para 80 mil pessoas. O reverendo norte-coreano Moon era o dono do clube brasileiro e negociou a viagem ao país mais fechado do mundo, que às vésperas do Mundial-2010, em que participaria, queria contacto com seleções de fora da Ásia. O jogo acabou 0-0 mas foi muito festejado pelos locais porque o rival foi-lhes vendido como seleção brasileira e não como o modesto galo sorocabano, da Série C do Brasileirão.

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