Abraço de amigos como...nunca

Avenida Brasil 03-08-2019 09:20
Por João Almeida Moreira, correspondente no Brasil

Obama e Raúl Castro apertaram as mãos, Trump e Kim Jon-Un viraram compinchas. Faltava o abraço entre Luiz Felipe Scolari e Vanderlei Luxemburgo, que protagonizaram duelos épicos entre Palmeiras e Grêmio, sobretudo, mas também numa eliminatória da Copa do Brasil de 1996 entre Flamengo, orientado por Luxa, e Grêmio, sob comando de Felipão, onde o primeiro acusou o segundo de o socar. Os dois reencontraram-se antes do Palmeiras-Vasco e dividiram enorme abraço. «As bobagens que fizemos no passado estão no passado», disse Scolari. «Estamos ficando velhos não dá para guardar mágoas», completou Luxemburgo. 

 Péssimo a jogar, ótimo a treinar


Marinho, um dos mais folclóricos jogadores do atual futebol brasileiro, perde-se em elogios a Jorge Sampaoli, seu treinador no Santos. Mas como treinador apenas. O autor do célebre sabia não!, quando foi informado pelo repórter de que ao ver um amarelo nos festejos ficaria de fora do jogo seguinte, e do «mini míssil aleatório», para definir o seu golo frente ao Botafogo na semana passada, diz que «Sampaoli é um monstro». «Treinamos ao ataque mesmo simulando estar com menos um e isso reflete-se no jogo», conta. Mas no futebol, com o pé e não com o cérebro, ele «é muito ruim». «É péssimo a jogar futmesa», acusa Marinho.

Grande área foi desenhada por ET 


Ojogo entre Goytacaz e Nova Cidade do último fim de semana não teria nada de especial, como a maioria dos encontros da Taça Santos Dumont, primeira fase da série B1 do estadual do Rio de Janeiro, não fossem as marcações a cal no campo Ary de Oliveira e Souza, o Aryzão. A meia lua de uma das grandes áreas era oval, em vez de circular, e ainda pareceu ter sido rascunhada duas vezes em cima do desenho original. «Muito estranho, parece que foi um ET que desenhou», dizia um dos adeptos à reportagem do Globoesporte. «Uma vergonha para a história do clube», dizia outro.

Ler Mais
Comentários (0)

Últimas Notícias