Caio César é nome de profeta em Goiás

Avenida Brasil 31-08-2019 09:00
Por João Almeida Moreira, correspondente no Brasil

Goiás e Internacional continuavam teimosamente empatados por 1-1, no Serra Dourada. Até que de repente a equipa da casa, aos 90+5’, beneficia de um livre. O defesa Rafael Vaz pediu a bola. Um adepto do esmeraldino, de nome Caio César, pegou então no telemóvel e gravou-se a dizer «gol do Rafael Vaz, gol do Rafael Vaz, vou aparecer no Fantástico [programa dominical da TV Globo que reúne momentos inusitados da jornada]». E instantes depois... golo do Rafael Vaz. A alegria e o espanto de Caio César a seguir demonstram que nem ele acreditava muito na sua profecia.

Herói anónimo do CSA-Cruzeiro

Fred fez um golo, mais um, pelo Cruzeiro, frente ao CSA. Desde a saída de Mano Menezes, o veterano ponta de lança tornou-se indiscutível sob a direção de Rogério Ceni e agora brilha a cada jogo. Eis uma bela história daquela partida. No último sopro do jogo, Apodi, aposta do treinador Argel, empatou para os alagoanos. Eis outra bela história daquela partida. Mas ambas foram ofuscadas pela de um personagem anónimo. O cão que invadiu o campo e por alguns minutos driblou jogadores e apanha-bolas e só saiu quando lhe apeteceu. Para a história, o CSA-Cruzeiro foi o jogo dele - e não de Fred ou Apodi.

As queimadas chegaram aos campos de futebol
Da mesma forma que o CSA-Cruzeiro teve herói anónimo, também a última jornada da fase regular da Série C, mesmo com o chamado Re-Pa do século, duelo entre os rivais de Belém, Remo e Paysandu, por uma vaga nos quartos de final, acabou por ficar marcada por um jogo só para cumprir calendário. É que Atlético Acreano e Luverdense tiveram a sua partida, no Florestão, a casa do primeiro, em Rio Branco, interrompida por causa de um... fogo. Ao redor do estádio, as queimadas que ganharam o noticiário mundial na última semana tornaram insuportável para os jogadores a continuidade em campo.
 

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