Lucas Soares surge como solução para o ataque

Vitória de Guimarães 13-08-2019 09:15
Por Redação

A margem folgada trazida de Riga, deixando o modesto Ventspils praticamente limitado a um passeio por Portugal, permite a Ivo Vieira esboçar alterações assentes em duas premissas: gerir jogadores mais desgastados, em posições sensíveis em função da importância de compromissos imediatos, e premiar elementos num jogo com aparente reduzido grau de dificuldade. A exigência de uma receção ao clube letão, já testado nas suas virtudes e fraquezas, é incomensuravelmente inferior ao embate com o Boavista.  


Nos minutos abertos com que o Vitória contemplou a comunicação social e salvo qualquer estratégia de despistagem, Ivo Vieira tem um onze na manga, desenhado com três nomes mais secundários neste arranque de temporada, casos do central ucraniano Bondarenko, que selou a vitória na Taça da Liga, o brasileiro Lucas Soares e o criativo João Carlos Teixeira, panorama que ofereceria descanso a Pedro Henrique, Joseph e Davidson.


Ivo Vieira sabe bem da competitividade que tem no centro da defesa e Bondarenko dá perfeitas garantias, acautelando Pedro Henrique de qualquer mazela. João Carlos Teixeira parece ser o 12.º jogador para o treinador, um playmaker para agitar jogos mais apertados e a sua entrada no onze  permitirá injetar confiança e combustível. Por fim, a mexida mais curiosa com alguma ginástica à mistura, passa pela inclusão de Lucas Soares no lado direito do ataque. O ex-Alverca foi contratado como lateral mas tem perfil de extremo, no que foi a sua formação no Cruzeiro. 

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